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quinta-feira, junho 22, 2006

Jornais on-line que destino?




Sabemos que o número de leitores de notícias on-line está a aumentar a cada dia. Vendo apenas o jornalismo com um negócio é sem duvida uma área a explorar. Um dos grandes erros tem sido o de colocar restrições no acesso à informação e apenas utilizadores registados com assinatura paga. Quando tal acontece os leitores deslocam-se para sites onde o acesso é gratuito e generalizado. Um exemplo do que digo manifesta-se na blogosfera. Os jornais com maiores citações são os que têm acesso generalizado e gratuito, perdendo neste campo o jornal PÚBLICO pelas suas notícias de acesso restrito.

O motivo principal para restringir o acesso à informação num jornal on-line prende-se com o facto de a leitura na web evitar a compra da publicação no formato impresso. Como contornar esta questão?

Primeiro a informação on-line não carece de tanta profundidade. Por antecipar a noticia no formato web não significa que os leitores vão deixar de comprar o jornal no dia a seguir. Com os semanários acontece o mesmo. Não é por a informação já ter sido publicado nos diários ao longo da semana que os leitores não compram um semanário. Aqui trata-se de diferente tratamento do texto com maior profundidade e compreensão na edição papel.

Segundo, os jornais on-line devem fazer a sua transição para webjornais. Isto é conteúdos diferenciados com elementos multimédia e maiores formas de interacção. Há que pensar no tipo de consumidores da informação on-line, pensar nos hábitos de leitura (que já incluem som, vídeo e info-animações) e pensar nas formas de divulgação e distribuição de toda a informação.

Terceiro, quando houver uma competente adaptação da informação ao meio também as formas de publicidade se poderão adaptar. Há que saber explorar a popularidade de uma notícia, da homepage e as formas de distribuição por rss e podcast.

Vejo que a melhor maneira de rentabilizar um webjornal é exactamente na diversidade e na diferenciação, nunca esquecendo um dos princípios pioneiros da cibercultura e da Internet, o da gratuitidade.


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