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quinta-feira, junho 29, 2006

Google Office on-line??



São rumores, ainda não passam disso mas como se sabe os rumores sobre o Google não demoram muito a serem confirmados. Daqui a um mês ou daqui a meio ano mas é quase certo que teremos um Google Office totalmente on-line. Nada de novo é certo. Já publiquei um artigo sobre um conjunto de aplicativos on-line que substituem todo o Officeabrir link numa nova janela.

Para já o Google dispõe de um aplicativo semelhante ao Excel (Google Spreadsheet)abrir link numa nova janela, sabe-se que em Março comprou o Writerlyabrir link numa nova janela um editor de texto. E parece haver acordos com a Sun. Mas o que interessa mesmo aqui não é toda a questão de se vai acontecer e quando. Na realidade o foco de interesse cai sobre as potencialidades e os perigos.

Actualmente com o Google Spreadsheetabrir link numa nova janela para além de ser possível trabalhar on-line e aceder a um ficheiro de qualquer computador com acesso à Internet é ainda possível convidar outras pessoas para trabalhar colaborativamente, isto é, poderem editar também o ficheiro.

Agora há outras questões, queremos deixar ao alcance da Google todos os nossos ficheiros? Quer sejam eles folhas de cálculo com ordens de pagamento, contas correntes, ou outro tipo de documento ou ficheiro…

Lanço o tema para debate.


quarta-feira, junho 28, 2006

«Los blogs no son periodismo, ni nuevo ni viejo»



Uma entrevista que vale a pena ver.
José Luis Orihuela conhecido Professor Universitário espanhol e blogger de referência em toda a península ibérica em entrevista ao prnoticias.com fala de blogs. Insiste que não são jornalismo e explica porquê. Aborda ainda questões como as blogs e fontes noticiosas do presente, as alterações sociais provocadas pela blogosfera e a responsabilidade dos bloggers entre outros temas.


» Entrevista
» E-cuaderno
» Prnoticias.com


[dica do engrenagem]


O que é o ADSL?



Foi ontem anunciado a cobertura total de Portugal por rede ADSL. Embora a info-animação seja em castelhano vale a pena. De forma simples e ilustrada é explicado como funciona o ADSL também conhecido por Internet de banda larga e que grandes alterações veio provocar no consumo e na estrutura da web.

» INFO-ANIMAÇÃO


quinta-feira, junho 22, 2006

"Ambiente de trabalho" como uma secretária



We explore making virtual desktops behave in a more physically realistic manner by adding physics simulation and using piling instead of filing as the fundamental organizational structure. Objects can be casually dragged and tossed around, influenced by physical characteristics such as friction and mass, much like we would manipulate lightweight objects in the real world. We present a prototype, called BumpTop, that coherently integrates a variety of interaction and visualization techniques optimized for pen input we have developed to support this new style of desktop organization.


Um sugestão interessante a ser desenvolvida nos laboratórios da Universidade de Toronto. Estou a imaginar as alterações que este "ambiente de trabalho" virtual com características físicas que simulam uma secretária convencional pode provocar na interactividade e na navegação de sites e portais.

NOTA: Vejam o vídeo e se precisarem de mais pormenores leiam o artigo aqui.


Jornais on-line que destino?



Sabemos que o número de leitores de notícias on-line está a aumentar a cada dia. Vendo apenas o jornalismo com um negócio é sem duvida uma área a explorar. Um dos grandes erros tem sido o de colocar restrições no acesso à informação e apenas utilizadores registados com assinatura paga. Quando tal acontece os leitores deslocam-se para sites onde o acesso é gratuito e generalizado. Um exemplo do que digo manifesta-se na blogosfera. Os jornais com maiores citações são os que têm acesso generalizado e gratuito, perdendo neste campo o jornal PÚBLICO pelas suas notícias de acesso restrito.

O motivo principal para restringir o acesso à informação num jornal on-line prende-se com o facto de a leitura na web evitar a compra da publicação no formato impresso. Como contornar esta questão?

Primeiro a informação on-line não carece de tanta profundidade. Por antecipar a noticia no formato web não significa que os leitores vão deixar de comprar o jornal no dia a seguir. Com os semanários acontece o mesmo. Não é por a informação já ter sido publicado nos diários ao longo da semana que os leitores não compram um semanário. Aqui trata-se de diferente tratamento do texto com maior profundidade e compreensão na edição papel.

Segundo, os jornais on-line devem fazer a sua transição para webjornais. Isto é conteúdos diferenciados com elementos multimédia e maiores formas de interacção. Há que pensar no tipo de consumidores da informação on-line, pensar nos hábitos de leitura (que já incluem som, vídeo e info-animações) e pensar nas formas de divulgação e distribuição de toda a informação.

Terceiro, quando houver uma competente adaptação da informação ao meio também as formas de publicidade se poderão adaptar. Há que saber explorar a popularidade de uma notícia, da homepage e as formas de distribuição por rss e podcast.

Vejo que a melhor maneira de rentabilizar um webjornal é exactamente na diversidade e na diferenciação, nunca esquecendo um dos princípios pioneiros da cibercultura e da Internet, o da gratuitidade.


Dois destinos para os jornais on-line...



As estratégias dos diários britânicos "The Guardian" e "The Daily Telegraph" não podiam ser mais contraditórias. Num dia o "The Guardian" anuncia que vai passar a editar as principais notícias ao longo do dia em primeira mão na Internet, para, no dia seguinte, as desenvolver. Um dia depois o "The Daily Telegraph" afirma que vai atrasar a edição do jornal na net para incentivar os leitores a comprarem o jornal em papel.

São duas estratégias completamente opostas. E creio que um bom ponto de partida para desenvolver um ou dois temas quanto ao futuro dos jornais on-line. Pessoalmente concordo com o “The Guardian”. Vou tentar ainda hoje colocar uma análise-opinião mais elaborada sobre o assunto.

Até lá vejam a noticia completa do PÚBLICO.


domingo, junho 18, 2006

Somos todos jornalistas?



Dica do: Jornalismo e Comunicação

Um video em frances que é um excerto de uma reportagem com o sugestivo titulo: "Todos são reporteres; Será o fim dos jornalistas?" È um pouco extenso mas vale a pena o tempo dispensado.



segunda-feira, junho 12, 2006

Ouvir o texto de uma página web




ReadSpeaker é um serviço que permite uma consulta mais fácil dos sites de internet, graças a uma síntese vocal quase natural,que lê o conteúdo das páginas ao visitante.

ReadSpeaker transforma automaticamente um conteúdo Web em áudio, a partir de ficheiros HTML, XML, Word, RTF e PDF. O sistema funciona em praticamente todos os sites de internet e em todos os sistemas de navegação. A ligação pode ser efectuada a partir de um modem tipo 33,6 kbits ou superior.

FONTE: ReadSpeaker.com

«« Ouça um exemplo

Com esta ferramenta os sites tornam-se mais acessíveis a todos. Através dum simples clique num icon ou através de várias teclas de atalho é possível ouvir uma pequena parte de um texto ou todo o site.

Um solução que a mim me parece simples, e muito prática para possibilitar o acesso à informação de invisuais, analfabetos, ou mesmo a quem simplesmente prefere ouvir a ler.


Neste momento apenas conheço este site a oferecer este serviço. Não posso dar informações quanto ao tipo de aplicação, preços, especificidades técnicas pois ainda não obtive resposta do apoio técnico da empresa.


terça-feira, junho 06, 2006

Urbi agora é um jornal multimédia




Urbi@Orbi tem novo rosto
Vídeo, fotografia, áudio e podcast são algumas das novidades do novo formato do Urbi@Orbi, o jornal on-line da UBI. Mais interactivo e objectivo, permite agora a participação dos leitores em www.urbi.ubi.pt
FONTE: URBI


A Universidade da Beira Interior, onde mais se tem estudado o webjornalismo, colocou agora on-line um projecto antigo; a reformulação multimédia do Urbi et Orbi. A primeira edição deste jornal on-line foi a 31 de Janeiro de 2000.

A nova versão faz interagir de uma forma interessante os vários elementos multimédia presentes na notícia.

Vale uma espreitadela. Em breve terei uma análise mais cuidada do modelo. Até lá veja este link que se trata da apresentação do novo modelo pelos responsáveis.


 
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